Certa vez li um texto do MEC que achei fascinante: era sobre ódios de estimação e todo o conceito era cómico e verdadeiro.
Ideia-chave: todos nós temos ódios de estimação, daqueles verdadeiramente inexplicáveis por lógica normal mas que retorcidamente provamos que o objecto do ódio é merecedor disso e de muito mais.
Sem insultos gratuitos, sem ofensas desnecessárias e sem «porque sim» vamos a um desafio: partilhemos o nosso ódio(s) de estimação. O meu faz-me arrepios na espinha, quando aparece na televisão tenho que mudar de canal, se surge numa revista leio só para criticar. O nome do meu Tareco? Rita Ferro Rodrigues (só o que me custou escrever isto, enunciar este Cérbero...).
Tenho mais, mas este acompanha-me há já algum tempo. Abomino a forma de vida deste inominável ódio, ocioso e parasita. A palavra "cunha" assalta-me muitas vezes enquanto escrevo. Porque será?
Felizmente ainda não tive pesadelos, que me levassem a acordar encharcada em suor com aquela tenebrosa sensação de queda no abismo. Mas sei que este objecto de ódio é capaz de se se insinuar nos meus sonhos, só pelo prazer de me provocar noites mal-dormidas.
Aguardo a partilha de ódios e enquanto espero vou ler «A Causa das Coisas», do Miguel Esteves Cardoso.
05 janeiro 2007
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5 comentários:
E só se pode escolher um?
Quantos quiser. Mas se calhar tem algum mais odioso que os outros...
Sorry esta demora mas estive mesmo ocupado.
Ok, só um. And the winner is... Luís de Matos. O que esse gajo me irrita! tinha a mania que era o Copperfield português. Nem o posso ver. Também mudo de canal quando ele aparece.
Mágico da treta, armado a imitar o outro, com o seu fatinho preto. E com truques tão sofríveis.
Podemos juntá-lo coma "tua" RFR e mandá-los para a Sibéria!!!!
Excelente escolha! Voto-o para Hate number 2!
Beleza natural???? Como é que eu vou olhar para aquelas miúdas depois daquilo? Acabaste de me dizer que o Pai Natal não existe, és o meu novo ódio de estimação!
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